Histórico

O INNATUS fomenta e realiza projetos que combinam desenvolvimento econômico sustentável e a preservação do ambiente, respeitando sua diversidade cultural e biológica, suas demandas sociais e garantindo a distribuição de renda.

Trabalhamos de forma multidisciplinar, visando o desenvolvimento, a promoção dos direitos humanos, a cooperação e a solidariedade. O INNATUS realizou uma ampla gama de atividades em seu histórico de trabalho:

  • Realizou estudos socioambientais e discussões com comunidades locais, colaborou com a gestão e articulação comunitária que deram suporte a criação de unidades de conservação. Foi o caso por exemplo da APA Municipal do Suruí, criada pelo Município de Magé, cujo documento base para sua criação foi gerado pelo INNATUS nestes moldes.
  • O Instituto é parceiro da APA GUAPIMIRIM e da ESEC GUANABARA, unidades federais administradas pelo ICMBio.
  • Conselheiro do Conselho Gestor da APA GUAPIMIRIM e ESEC GUANABARA desde 2006.
  • Participou da implantação do Escritório Técnico do Mosaico de Unidades de Conservação da Mata Atlântica Central Fluminense durante os anos de 2009 e 2010, em 2011 assumiu a  secretaria executiva, substituindo o Instituto Bioatlântica que ocupava a função.
  • Apoio na implantação, planejamento e manejo de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), tendo sido pioneiro no Brasil a receber financiamento do Fundo Nacional de Meio Ambiente – Ministério do Meio Ambiente para projeto do plano de manejo integrando  duas reservas particulares, situadas no município  de Magé no Estado do Rio de Janeiro.   Tratam-se das RPPNs El Nagual e Querência, cujo planejamento teve a contribuição de mais dezessete proprietários que participaram de dois seminários – o primeiro de planejamento e o segundo de análise e validação dos resultados.  A operação e os trabalhos foram desenvolvidos em parceria com o Instituto Ambiental – OIA (www.oia.org.br) e e com a Associação do Patrimônio Natural (www.apnrj.org).
  • Trabalhos relativos ao ecoturismo e a implantação de sistemas agroecológicos são potencializados pelo instituto, integrando comunidades de base em modelos produtivos comprometidos com a manutenção de ecossistemas naturais.
  • O compromisso com a recuperação de ambientes naturais também nos traz a uma rotina de produção de mudas nativas e capacitação de comunitários para trabalhos de viveirismo e reflorestamento.